A China sempre foi condenada pelo seu rígido controle de natalidade.
No livro Green Yoga, de Georg Feuerstein, ele aprensenta como grande desafio para as democracias iniciarem um controle maior da natalidade por questões de sustentabilidade.
Alguns estudos científicos já apresentam isto, como nesta notícia da BBC, de julho de 2008:
"Um editorial publicado na edição desta sexta-feira da revista científica britânica British Medical Journal afirma que ter menos filhos é uma forma de contribuir para o combate ao aquecimento global.
O artigo, assinado pelo professor de planejamento familiar do University College, de Londres, John Guillebaund, afirma que "a população mundial atualmente excede 6,7 bilhões e o consumo de combustíveis fósseis, água potável, colheitas, peixes e florestas excedem a demanda".
Segundo o especialista, "estes fatos estão relacionados", uma vez que cada pessoa que nasce contribui para a emissão de gases poluentes e é impossível escapar da pobreza sem que haja um aumento dessas emissões.
Guillebaund conclui que "aplicar contracepção ajuda, portanto, a combater as mudanças climáticas, ainda que não seja um substituto direto para a redução das emissões per capita de elevados emissores""Aqui temos uma oportunidade especial de reflexão sobre como uma nova sociedade mais sustentável deverá trabalhar com o próprio envelhecimento da população, e uma redução do número de jovens.